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Sobre a Empresa

A empresa Romagnollo é fabricande de semijóias, contamos com os mais atuais modelos do mundo da moda. Siga-nos nas redes sociais:

Opiniões de Nossos Clientes

Cumpre o prazo como prometido. volto a comprar
Isa Beatriz 
Pessoal da romagnolo muito atencioso e dedicado ao cliente
Aparecida Guarda 
foi bem rápida entrega, top.
Ivo 
Sou cliente otima qualidade obrigado
Jemilson Oliveira
 
 

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Chocher

 

Choker

 

Chocker é a tendência do momento. É um acessório discreto que tem o poder de transformar seu look.

Pode ser usado nos looks dia e noite.Usado por mulheres super antenadas. São diferentes modelos e maneiras de usar. Combine com outras gargantilhas e arrase.

A ROMAGNOLLO oferece opções belíssimas, como chockers de coração, de búzios, de bolas e zircônias.

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Conchas e Búzios

 

 

 

 

Conchas e Búzios

 

São acessórios inspirados nos elementos do mar e no encanto e sedução das sereias. As peças trazerm mistério e beleza, tanto nos looks do dia como da noite.

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Dicas de como cuidar da sua semi jóia

Olá amigas(os), existe alguma mulher que não goste de uma jóia? O problema é que nem sempre sabemos cuidar dela como se deve, porisso, buscamos essas orientações com a designer de joias Lica Vincenzi . Afinal, sejam joias de família, mais antigas, e quanto mais modernas merecem atenção e cuidados especiais no momento da conservação, já que, muito mais que valor financeiro, elas trazem consigo valor sentimental e história.

No entanto, nem todo mundo sabe como manter metais e pedras preciosas perfeitos, limpos e bem armazenados, o que acaba, muitas vezes, causando danos irreparáveis, perda de beleza e até da joia por completo, seja por desgaste natural do tempo ou até pelo uso de fórmulas prontas para limpeza.

Os banhos de chuveiro, mar ou piscina também podem se tornar verdadeiros vilões quando o assunto é conservação.

Pensando nisso, destacamos 10 dicas para quem deseja ter joias impecáveis. Essas orientações ajudam a evitar manchas, danos às gemas e ajudam na manutenção correta do ouro e da prata, mostrando o modo correto de limpeza e manuseamento.

Pequenos e simples cuidados garantem joias bonitas por muito mais tempo. Peças bem conservadas são passadas de geração em geração, proporcionando uma história única de amor e tradição familiar, por isso é importante manter anéis, colares, brincos e pulseiras com todo o carinho.

Evite colocar perfumes ou cremes com a joia em seu corpo. O uso desses produtos de beleza sobre a peça pode causar danos irreversíveis às pedras naturais e/ou pérolas;

Evite dormir com sua jóia. Durante o sono, quando não temos consciência dos movimentos, podemos causar avarias em metais e pedras preciosas;

O manuseio de sua joia deve ser feito sempre da forma mais delicada possível, para evitar arranhões ou quebra;

Procure guardar suas joias separadamente para que, em contato umas com as outras, não sofram nenhum dano;

Evite tomar banho de chuveiro, mar ou piscina com sua joia. Procure sempre tirá-la para que a mesma não se rompa e para preservar o banho de ouro ou ródio dado nas peças em prata;

Nas peças banhadas a ouro existe um desgaste natural e para manter sua joia sempre nova, é recomendado dar novo banho de ouro sempre que necessário;

Para limpar sua joia, basta utilizar uma flanela limpa e seca que é suficiente para garantir seu brilho;

Evite abrasivos ou fórmulas prontas para limpeza;

Nos casos das pérolas, devem ser guardadas preferencialmente envoltas em uma flanela e em um lugar livre de umidade;

Para evitar danos sobre algumas pedras, procure manusear suas joias pelo aro ou pela área de metal.

Agora é aproveitar o final de semana e dar um trato legal para as suas joias.

Beijos e até a próxima!!!!

Fonte – Lica Vincenzi

História das Jóia

O homem sempre sentiu a necessidade de se adornar. Os primeiros adornos eram feitos com ossos e dentes de animais, conchas, pedras e madeira e simbolizavam o status, o poder ou misticismos. 
O ouro é explorado pelo homem há mais de 6.000 anos. Acompanha a evolução humana, assim como as artes, contando a história através de belas jóias.
Em cada período histórico, as características das jóias e das artes se transformaram. Vamos conhecer um pouco sobre essa história através da joalheria.

Pré-história: Eram utilizados materiais como pedras, ossos, sementes e dentes de animais, lapidados de forma rústica.

Egípicios: As jóias deste período eram carregadas de misticismo e simbolismos. Figurativas, essas peças tinham formas de escaravelhos, que representavam o sol e a criação; olho do deus Horus, que protegia contra maus espíritos ou até mesmo de serpentes e escorpiões. Utilizavam muitas cores, que também eram carregadas de simbolismos. A policromia era obtida através de gemas como o lápis-lazúli, feldispato verde e  turquesa ou até mesmo esmalte vitrificado.

Gregos: A princípio os gregos utilizavam formas geométricas. Com influência de outros povos passaram a produzir cenas mitológicas em brincos, braceletes e colares. 

Etruscos: As técnicas de filigrana e granulação foram utilizadas com extremo primor

Celtas: A joalheria Celta sofreu grande influência de povos estrangeiros. Adaptaram as técnicas de outros povos à sua arte de trabalhar o metal. Utilizaram  de forma magistral técnicas como: filigrana, gravação, intaglio, fundição, esmalte e granulação.  

Romanos:  Os romanos utilizavam o ouro para financiar guerras. Somente em 27 a.C., com novas fontes do metal, é que os romanos passaram a utilizar parte deste ouro na joalheria. Lentamente, as jóias foram se tornando mais populares. 

Idade Média: Na Idade Média a arte sofreu grande influência religiosa (teocentrismo). As jóias eclesiásticas ganharam força, sendo muito usados escapulários, crucifixos e relicários por ambos os sexos. 
Apareceram as primeiras sociedades de ourives, os quais se instalaram em guildas (corporações de ourives).  As jóias tinham um simbolismo muito forte, não só religioso,  mas também de status e divisão de classes.  Existiam leis para o uso das jóias. 
O esmalte foi uma das técnicas em destaque. 
Os anéis eclesiásticos, são usados até hoje por cardeais, bispos e pelo papa. A Burguesia utilizou anéis gravados com monogramas como instrumentos de autenticação de documentos.
Os cintos e broches, além de adornar, eram funcionais. O vestuário também era ricamente adornado.  Fios de ouro e gemas eram aplicados às bordas dos tecidos.
As gemas tiveram um papel de destaque. Em uma técnica para realçar sua cor, algumas delas recebiam uma fina camada de metal. Foram criadas leis restringindo o uso desta técnica em conseqüência de seu uso indiscriminado.
As pérolas, rubis, safiras, esmeraldas e granadas foram as gemas mais utilizadas. Além do formato cabochão, pedras com facetas começam a surgir. É o período onde a lapidação começou a se desenvolver.

Joalheria Bizantina: Caracterizou-se pelo uso de gemas, pela policromia e trabalhos delicados de filigrana e granulação, expressando a fusão das culturas orientais e ocidentais. Nesse período, o tema principal era o religioso
As principais gemas utilizadas foram as pérolas e safiras.
O esmalte decorava peças ricas em detalhes na representação de santos, retratos e desenhos abstratos
A lapidação era muito primária. Utilizava-se apenas arredondar as arestas, lapidar em forma de contas e polir as facetas naturais da gemas

Estilo gótico: A arquitetura gótica com seu verticalismo influenciou a joalheria de maneira gradual. A arte gótica surge em um momento de crescimento das cidades medievais. O estilo arquitetônico gótico já estava emergindo por volta de 1150, mas somente no final do século XIII é notado seu reflexo na joalheria. Surgem novas formas, mais angulares e pontudas que resultam em formas elegantes. A arquitetura retrata a crença na existência de um Deus que vive em um plano acima da humanidade, e isso explica o verticalismo, onde tudo aponta para o céu. Sua maior representação esta nas catedrais.

Renascimento: Com os estudos de anatomia e engenharia que ganharam força nesta época, os ourives conseguiram reproduzir com fidelidade, formas humanas representadas em peças inspiradas na mitologia.
A joalheria deixou de ser patrocinada pelo clero e passou a ser patrocinada pela burguesia. Foi então que o ofício de ourives começou a ganhar status de arte assim como a pintura e escultura.
Com as navegações e a descoberta das Américas, a Europa foi abastecida de ouro, prata e gemas
Era costume usar vários anéis na mesma mão, assim como muitos colares. Também era comum o uso de pingentes, brincos, broches e jóias para o cabelo e chapéu.  Os adornos de chapéus eram feitos de ouro esmaltado, com motivos mitológicos ou religiosos. Camafeus também começaram a ser introduzidos na composição destes adornos. 

Estilo Barroco: Nas jóias barrocas o que predomina é a emoção que vem contrapor com o racionalismo do renascimento. 
A França dita a moda. A jóias passam a ser usadas com mais moderação e ficam mais elegantes. Temas religiosos perdem espaço para os temas naturalistas como pássaros e flores. 
Houve um grande avanço na lapidação. Os desenhos de peças para o dia eram diferentes dos para serem utilizados à noite, já que estas deveriam refletir com mais intensidade a luz dos candelabros. 
As jóias são usadas como ostentação de poder e riqueza
O diamante foi a gema preferida, mas  rubis, esmeraldas e safiras também foram muito utilizados.

Rococó: O barroco se transforma em exuberância. Assimétricas, as jóias deste período são sedutoras. Utilizava-se muitas gemas coloridas e diamantes. As técnicas de lapidação foram aprimoradas. As peças tinham muito brilho e eram mais luxuosas. Surgem os conjuntos de jóias, peças feitas com a mesma linguagem formal e mesmos materiais.
Brincos, anéis, pendentes em formatos de buquês e laços são jóias muito utilizadas.

Neoclássico: Com a revolução francesa, a referência volta a ser os estilos grego e romano, limpando a jóia dos excessos dos estilos anteriores. Camafeus, medalhões e correntes voltam a ser utilizados.
As gemas, usadas com moderação, eram enfatizadas através de uma moldura de diamantes, ouro ou pérolas que rodeavam a gema principal. Tiaras, anéis e braceletes fazem parte dos adornos usados. 

Art Nouveau: A inspiração deste estilo era a Natureza.  Suas jóias eram a mais bela representação das linhas orgânicas. Utilizavam materiais como marfim, chifres, vidros entre outros.

Belle Époque: A jóia neste período era usada com o intuito de adornar as mulheres e satisfazer sua vaidade

Art Decó: O Cubismo e o Abstracionismo, assim como as linhas da  Bauhaus, tiveram forte influência neste período. Geométricos, os colares e longos brincos também eram produzidos em materiais alternativos (não preciosos), como o aço.

Segunda Guerra: Após a Segunda Guerra, a Europa deixa de ditar moda e adota o estilo de vida americano. O cinema é um grande meio de difusão deste estilo. O glamour de Hollywood começa a imperar. 
Com a guerra ouve uma queda de fornecimento de gemas. Abriu-se, então, um grande espaço para as bijuterias finas

Anos 60 e 70: A forma era mais valorizada que o material e novos conceitos passam a ser empregados, utilizando plástico e até mesmo papel. O design passa a ser valorizado pelo conceito.

Como a ostra produz a pérola

A pérola é o resultado de uma reação natural do molusco contra invasores externos, como certos parasitas que procuram reproduzir-se em seu interior. Para isso, esses organismos perfuram a concha e se alojam no manto, uma fina camada de tecido que protege as vísceras da ostra. Ao defender-se do intruso, ela o ataca com uma substância segregada pelo manto, chamada nácar ou madrepérola, composta de 90% de um material calcário - a aragonita (CaCO3) -, 6% de material orgânico (conqueolina, o principal componente da parte externa da concha) e 4% de água. Depositada sobre o invasor em camadas concêntricas, essa substância cristaliza-se rapidamente, isolando o perigo e formando uma pequena bolota rígida. As pérolas perfeitamente esféricas só se formam quando o parasita é totalmente recoberto pelo manto, o que faz com que a secreção de nácar seja distribuída de maneira uniforme. "Mas o mais comum é a pérola ficar grudada na concha, como uma espécie de verruga.

Por isso, as esféricas são tão valiosas", diz o biólogo Luís Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). O tempo médio de maturação de uma pérola é de três anos. Como a ostra já se defende muito bem de invasores com sua concha, o fenômeno é raro, acontecendo, na natureza, em apenas um em cada 10 000 animais. No início do século XX, os japoneses inventaram uma forma simples de acelerar o processo, introduzindo na ostra uma pequena bola de madrepérola, retirada de uma concha, com cerca de três quartos do tamanho final desejado. O resultado é tão bom que, mesmo para um especialista, é difícil distinguir a pérola natural da cultivada. Substâncias presentes na água também podem ser incorporadas à pérola, por isso sua cor varia de acordo com o ambiente, gerando as mais diversas tonalidades. A pérola é a única gema de origem animal.

Até o século XVII, não existia tecnologia para polir pedras preciosas como rubis e esmeraldas, por isso as pérolas eram um dos maiores símbolos de riqueza e poder, usadas como adorno nas mais valiosas jóias da época.

A cor da pérola varia conforme as condições ambientais e a saúde da ostra: as mais comuns são rosa, creme, branca, cinza e preta

As formas da pérola dependem do formato do invasor e do local onde ele se instala. As esféricas são as mais raras e, conseqüentemente, mais valiosas.

 

Fonte: mundoestranho.

Romagnollo Semi Jóias e Acessórios.

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